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iniciei a priminha safadinha com minha esposinha

Por: lincecaracal - Categoria: Incesto

Quando cheguei em casa do trabalho, ao abrir a porta deparei-me com uma cena no mínimo inusitada. Minha linda esposa estava deitada no tapete da sala vendo TV na companhia da sua priminha, que estava de férias e passava uns dias em casa. As duas, pelo visto, acabaram de tomar banho e estavam à vontade de camisteas e calcinhas. Minha esposa, muito gostosa, exibia suas lindas coxas e parte da calcinha branca. Sua priminha, igualmente vestida, loirinha, 13 aninhos, deixava à mostra apenas suas perninhas de menina inocente. Olharam pra mim e não se espantarm com a minha chegada. Tomei uma banho e juntei-me a elas e ali ficamos por um bom tempo até que começamos os três a brincar de lutas, agarra-agarra, ora um por cima do outro, invertíamos, ríamos bastante. Era uma brincadeira inocente até que Debi, nossa priminha sentou-se em cima de mim quando eu estava deitado no chão e de barriga pra cima e minha esposa segurava minhas mãos tentando me imobilizar. deixei que elas me dominassem por um bom tempo e acabei ficando excitado com a situação. Meu pau já sentia que a bucetinha de Debi repousava sobre ele e não demorou muito ficou duro feito uma pedra. No começo tive medo dela perceber mas pra minha surpresa ela sentiu e gostou, pois, a danadinha forçava ainda mais sua chaninha no meu cacete, aumentava a pressão e de vez em quando ainda esfregava-se deslisando em cima dele. Minha esposa que nada percebia até então, segurando minhas mão, tentava me beijar na tentativa de calar-me. Confesso, a brincadeira estava estupenda, comecei a sentir o que amuito não sentia, um tesão maluco e ao mesmo tempo proibido tomava conta de mim e eu já não cabia em mim. Como num passe de mágica, elas inverteram a posição e agora quem estava sobre mim era minha esposinha que a sentar-se sobre meu membro de pronto percebeu que ele estava enorme. Olhou fixamente para os meus olhos e já me preparava para ser reprendido quando a danada aproveitou e também comecou a massageá-lo firmemente com a buceta - como se quisesse me dar uma lição.Meu pau ficou maoir ainda e já começava a deslisar sob o short. A situação estava descontrolável a ponto de não resistir. Entre muitos risos e agarros virei-me de repente levantei e corri para o banheiro para tentar conter o tesão. Minha esposa chegou na porta, bateu, pediu para entrar. Abri e ela chegando bem pertinho de mim meteu a mão por dentro do meu short, segurou meu pênis, punhetou-o por uns instantes e falou baixinho no meu ouvido - gostou né safadinho? mas foi a minha bucetinha ou a da Debi que te deixou assim? A primeira vista fiquei sem ação, nada respondi até que ela me puxando pela mão me disse: Vem, vamos brincar mais um pouquinho - rindo maliciosamente. Resolvi deixar rolar e ver no que daria. Cheguei na sala e como o volume das minhas calças era visível Debi olhou fixamente meio que espantada e eu não fazia mais questão de esconder. Deitei-me no chão novamente e a brincadeira recomeçou. Desta vez quem veio por cima foi Debi e mais que depressa ajeitei prara que meu cacete ficasse reto apontando para o umbigo para deliciar-me mais ainda. Ela esfregava a buceta no meu pau como se quisesse aproveitar cada centímetro dos meus 23 de falo. Certamente ela já entendia o que estava acontecendo e qundo olhou para minha esposa ajoelhada a sua frente pareciam que combinavam algo. Debi levantou um pouco a blusa, deixou a mostra sua calcinha branca e um pedacinho da barriga. Fiquei maluco. Neste instante recebi um beijo quente e molhado as avessas na boca com linguas expostas de minha mulher e que não perdera tempo e enfiou a mão entre o meu pau e a bucetinha de Debi. Nossa priminha nada falava, no entanto suspirava, e de olhinhos fechados levou a mão junto aos seios pequenos e de bicos rosados. Aquele era o meu sinal verde para continuar. Ela afastou a boca de minha mulher da minha e pediu a ela; Também quero beijá-lo. Meio que sem jeito ela se aproximou da minha boca já com a língua de fora e eu calmamente fui tomandando a sua e entupindo-a com minha língua molhada. Ficamos assim por um bom tempo. Já éramos cúmplices. Ordenei que as duas se despissem, o que fizeram prontamente, coloquei-as deitadas no sofá, não sem antes contemplar aquele corpinho de menininha de Debi. Seios pequenos, biquinhos rosadinhos, bucetinha com pouquissimos pelos lisinhos, cheirosinha, uma graça. As duas bucetas estavam ensopadas, não resisti e caí de boca... coloquei uma do ladinho da outra e chupava alternadamente, ora uma ora outra. Minha esposa urrava feito uma leoa e enquanto era chupada lascou um beijo na boca de Debi que também correspondia. Parei um instante só para vê-las se engalfinhando. Fui para a buceta de Debi e lambi vagarosamente os lábios, o grelinho, e ao enfiar minha língua em sua fenda trouxe pra fora quase uma colher de caldo viscoso de buceta. Ela se contorcia e já se preparava para o primeiro gozo da sua vida. Minha mulher quando viu aquilo quis experimentar o gostinho de Debi. Primeiro beijou-me e depois quase que me derrubando, me tirou de cena e caiu de boca naquela bucetinha virgem fazendo-a gozar freneticamente. aproveitei este espaço de tempo e me livrei do resto de minhas roupas e pus-me nu com minha vara erguida e enorme pelo tamnho tesão que estava sentindo. Minha mulher pôs-me deitado, e enquanto Debi se refazia, enfiou meu pau pela boca, chupou freneticamente, lambia da cabeça às bolas alternando com uma punhetinha maravilhosa. Debi viu aquilo e também quis expereimetar...tadinha minha glande mal cabia em sua boquinha delicada, não demorou muito pegou o jeito, chupava feito sorvete, enrolava o melado com a ponta da língua e logo engolia todo aquele líquido viscoso, lambuzava toda a face que brilhava com a novidade. Enquanto isso minha mulher me chupava os mamilos e punhetava o meu cacete com a glande na boquinha de Debi. Já estava quase gozando quando me puseram no chão novamente e deitado com o mastro apontado pra cima minha mulher ajudou Debi a acachar sobre ele, parando numa distância rasoável onde eu pude pincelar com meu caralho a rachinha dela ainda virgem. Minha mulher ficou por trás e agora ela é quem segurava meu falo e esfregava na portinha daquela grutinha maravilhosa. Debi, querendo experimentar algo novo foi repousando devagarinho sua bucetinha no meu membro, deitou-se sobre mim e minha esposinha segurando meu pau pela base foi introduzindo maciamente meu pau buceta adentro. Passado a cabeça e mais da metade Debi começava a tremer toda feito vara verde e gritar desesperadamente e neste instante debrussou totalmente seu corpo junto ao meu e eu enterrei o restante que faltava. Neste memento ela já gozava feito uma cadela enquanto minha esposa chupava sua buceta com meu pau enterrado nela. Retirei meu pau ainda duro dela e em seguida metí-lhe a boca na fenda ensopada e agora com um filetinho vermelho...Que loucura... minha mulher enfiou meu pau goela adentro e Debi agora observava. Juntou-se a ela e as duas brigavam pela cabeça melada. Debi segurou-o com as duas mãozinhas e punhetando-o com a glande na boca parecia gostar muito e já sabia o que viria. Minha mulher acariciando minhas bolas com uma das mãos e com a outra lambuzada de gozo delas e do meu melado, enfiou dois dedos no meu cuzinho - ela sabia que eu adorava - não resisti por muito tempo. Explodi num gozo alucinante onde inundei a boca de Debi com minha porra escaldante, que assustada não sabia o que fazer, e minha mulher que gostava, colousua sua boca na dela e dividiu a porra num beijo de língua. As gotinhas que sobraram tratei eu mesmo de limapar do rostinho angelical de Debi, minha eterna priminha. Depois desta ainda metemos vária vezes naquela noite e ainda hoje somos amantes os três e só estamos esperando o seu aniversário de quinze aninhos para estrear seu rabinho que já poderia tê-lo comido mas preferi aguardar a data para aumentar o tesão até lá.

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Ficha do conto

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Por: lincecaracal
Codigo do conto: 2236
Votos: 2
Categoria: Incesto
Publicado em: 12/08/2014

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