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Sonhos de uma tia

Por: Polifemo - Categoria: Incesto

Passo a descrever uma das mais deliciosas experiências de minha dolescência. Neste conto, coloco minha interlocutora como protagonista e narradora. Divirtam-se, e muito prazer.oooOOOooo


SONHOS DE UMA TIA


As mulheres têm sonhos... muitos deles sexuais... e o meu, quase... tornou-se realidade...


Lá pelos idos anos 80, eu, com quase 50 anos, fui para a casa de praia... na bagagem, levei meu sobrinho, garotão de 14 anos, e uma outra sobrinha de 6.

O garotão me observava como alguém que estava descobrindo o sexo... fingia não perceber ele se posicionando para observar minhas coxas, meus decotes... afinal, era tão gostoso provocá-lo, eu, já próxima dos 50, com toda minha obesidade e celulite.

Nunca cheguei a transar com ele... morria de medo que ele comentasse algo com a família. Mas que dava vontade, isso dava... fantasiava chegando da praia e convidando-o para tomar banho comigo.. despir-me de meu maiô diante dele, sorrir, olhar nos olhos e pedir que ele sem vergonha tirasse a sunga, e tocar eu seu pinto já duro, com pêlos nascendo... chupá-lo... acariciá-lo... e carinhosamente, tomando-o pela mão (ou melhor, pelo pinto), levá-lo para debaixo do chuveiro, ensaboá-lo e pedir que fizesse o mesmo comigo...

Iria provocá-lo conforme uma velha tara de minha infância, quando sem querer vi dona Olga, a vizinha, ir ao fundo do quintal, levantar a saia, arreganhar os lábios da boceta e mijar de pé... a imagem nunca saiu de minha cabeça... siririquei muitas vezes fantasiando eu, de joelhos, peladinha, batendo a pontinha da língua no grelo de dona Olga, ... ai, como sou depravada... queria arreganhar a boceta e mijar de pé na frente dele, sorrindo... quem sabe ele viria trilar a ponta da língua em meu grelo... sonhos que eu nunca realizei, mas que foram excelente combustível para minhas incontáveis siriricas deliciosas... mas quase cheguei lá...


Ficava de maiô o tempo todo. Bem decotado. Já estava perto dos cinqüenta, mas como não tive filhos, era durinha, bem conservada... um garoto de 14 anos não consegue desviar os olhos... eu adorava... de tamanco de saltinho e um curto hobe de seda como saída de praia, imaginava o que ele estava pensando ao caminhar atrás de mim, olhando o pequenino triângulo que meu maiô formava sobre meu cu, na parte que aparecia logo antes das coxas... como eu ficava molhada...


Até então era o máximo que minha coragem permitia, para matar-me de tanta siririca depois...mas, um dia, pela manhã, ele levantou para ir ao banheiro e passou por mim... eu, é óbvio, de calcinha e sutiã bem transparente... como eu gostava de me exibir... de bruços, fingindo dormir, percebi quando ele parou e ficou me olhando por uns instantes (e vocês nem imaginam que situação deliciosa... como eu queria que ele me tocasse!). Fiquei surpresa (e molhadíssima) quando ele tocou com a ponta da língua suavemente no dedão do meu pé e retirou-se para o banheiro... por pouco não gozei, mas percebi que ele ficou excitadíssimo e bateu punheta.


O passeio prometia ser muito gostoso... queimada de sol, pedia para ele passar cremes em minhas costas... minhas coxas... provoquei o máximo que pude. Percebia ele disfarçando o pinto duro ao me tocar espalhando deliciosamente o creme sobre minhas coxas... mas tinha medo...tinha de me policiar, pois eu olhava para aquele pinto duro mordendo os lábios de tesão, arregalando os olhos... e depois disfarçava sorrindo... ele ficava vermelho.


Naquela noite, quando a pequena menina dormia profundamente no sofá do recinto ao lado, adormeci de rádio ligado (só de calcinha e sutiã, é óbvio), quando, no meio da madrugada, ele acordou e veio desligar o rádio. Abençoado rádio que esqueci ligado. Parecia que ele tinha tomado coragem de me tocar. Ele foi prudente, fez de tudo para eu não acordar, pensou que eu estava dormindo enquanto fingia, pois acordei ao primeiro toque, e providencialmente não reagi. Adorei ser acordada com suaves toques em minha bunda. Mas fingi dormir... foi muito gostoso, ele criava cada vez mais coragem, tocando em meus seios, espalmando a mão sobre minha bunda, na parte interna das coxas, lambendo a calcinha sobre meu cu. Permanecemos neste fingimento durante cerca de meia hora, quando ele criou coragem e passou o pinto pelas minhas coxas. Não agüentei. Virei-me e o convidei para deitar comigo. Assustado, ele fingiu estar desligando o rádio (até disso tínhamos esquecido) e saiu, envergonhado. Eu o chamei, fiz pose sexy, mostrei bem minha bunda e o chamei para deitar comigo... Perguntei se ele estava com vergonha... fez com a cabeça que sim... não insisti, pois eu também tinha muito medo do que pudesse acontecer caso a família ficasse sabendo.


No dia seguinte provoquei-o novamente puxando os pelinhos de minha boceta pra fora do maiô numa soneca de meio de tarde, com a barriga pro alto e pernas bem abertas.


Tudo foi muito delicioso, mas não passou de um mero flerte. Foi bom...oooOOOooo


Mulheres de todas as idades que gostaram deste conto e quiserem trocar idéias, façam contato. As bem maduras, de 50 acima, sem limite, e as bem gordas terão prioridade. Escreva agora!

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Por: Polifemo
Codigo do conto: 228
Votos: 3
Categoria: Incesto
Publicado em: 12/08/2014

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