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PUNHETAS NO FEMININO 01

Por: Portuguesa - Categoria: Outras

Já não sou nenhuma adolescente pois sou uma mulher com trinta e nove anos, já com uma filha de vinte anos pois engravidei muito nova de um homem com a mesma idade que eu com quem me casei mais tarde e com quem ainda hoje vivo e é o melhor marido do mundo pois graças a maneira de pensar dele somos uma família muito liberal e onde no que se refere a sexo dentro de nossa casa ou em locais longe da mesma não existe tabus. Venho poucas vezes à internet, mas sempre que cá venho gosto de ler contos ou relatos eróticos e com muita pena minha verifico que raramente aparecem relatos escrito por portugueses utilizando aqueles palavrões tão excitantes que se dizem principalmente aqui no norte de Portugal e que desde já peço muita desculpa a quem ler este meu relato mas vou utilizar esses mesmos palavrões, mas ainda é mais raro esses relatos serem escritos por mulheres e principalmente a descreverem situações como a masturbação feminina, solitária ou em grupo como penso que a maioria das mulheres das grandes cidades por menos viveram na adolescência, eu por exemplo muito novinha descobri como era bom esfregar a minha cona quando tomava banho e daí veio o vicio de quando estava sozinha me esfregar com as mãos, na minha almofada ou nos meus peluches, um pouco mais tarde mas ainda muito nova comecei a meter na cona pequenos objectos como lápis, canetas ou pauzinhos de plantas que apanhava no jardim e adorava, chegava a andar pela casa à beira dos meus pais ou de outras pessoas com um lápis metido na cona ou mesmo a dormir com o lápis na cona mas claro que sem ninguém saber, mais tarde comecei a tentar coisas mais grossas como velas, cabo da escova do cabelo mas como doía eu parava até que um dia não resisti e sem saber o que fazia tirei a virgindade a mim mesma sentando-me numa cenoura, como sangrei e as dores foram muito fortes durante três dias até para me lavar tinha medo de tocar na cona mas ao quarto dia a vontade era tanta que voltei a meter um lápis e vi que não doía e que era muito melhor do que antes de ter metido a cenoura, nesse mesmo dia meti o cabo da minha escova de cabelo e que bom que era, muito melhor que o lápis, a partir desse dia já não metia mais o lápis, só metia velas, cenouras e o cabo da minha escova de cabelo e assim fazia varias vezes por dia durante uns meses até que o meu tesão e a minha curiosidade começaram a ser mais fortes e comecei a experimentar todos os objectos com forma cilíndrica tipo cabo da vassoura de limpar a casa, cabo de ferramentas do meu pai, a ponta da mangueira do jardim, vários legumes, banana, pequenos frascos de perfume, mas o que mais gostava era da cenoura pois era mais macia e eu cortava ao tamanho que queria e depois metia na cona, vestia umas cuecas para ela não cair quando caminhava e andava assim pela casa ou mesmo fora de casa quando andava a brincar ou mesmo quando ia para a escola, esta minha obsessão pela punheta era tanta que comecei a fazer mesmo na presença dos meus pais sem eles darem por isso o que acontecia sempre deitada no sofá da sala a ver televisão coberta com um cobertor, quando ia com eles passear à noite de carro, já ia sempre de saia que era para durante a viagem no banco de traz aproveitando o escuro da noite meter a mão por baixo da saia, afastar as cuecas para o lado e meter o dedo ou outra coisa na cona, adorava fazer isso perto dos meus pais, talvez pelo perigo que corria de eles verem, uns tempos mais tarde comecei a levar umas fodas de uns amigos da escola e da minha rua que me davam muito mais prazer que as punhetas mas mesmo assim por muitas fodas que levasse num dia quando chegava a casa ou mesmo pelo caminho de regresso a casa lá tinha eu que bater uma ou mais punhetas, mais tarde comecei a foder com um rapaz que hoje é meu marido que era o melhor de todos a foder e ainda hoje com quase quarenta anos fode duas a três vezes por dia no mínimo, um dia pediu-me para eu bater uma punheta para ele assistir, realizei esse pedido dele e a seguir levei a melhor foda que já tinha levado até esse dia, a partir desse dia ele passou a ser o meu maior amigo e fodiamos quase todos os dias e antes ou depois de fodermos eu batia à punheta para ele ver e ás vezes até era ele que escolhia o objecto ou objectos com que eu me ia foder na frente dele mas mesmo que não fodesse-mos arranjava-mos quase sempre maneira de eu bater uma punheta para ele ver antes de ir para casa, chegávamos a estar a estudar na minha casa ou na casa dele e a batermos à punheta um na frente do outro e depois cada um ia para sua casa sem fodermos, ainda tentamos muitas vezes eu bater a punheta a ele e ele bater a punheta a mim mas tanto ele como eu não achava-mos a mesma coisa uns tempos, de comum acordo chegamos à conclusão de que era muito melhor cada um bater a punheta a si mesmo, depois deixei-o descobrir que gostava de andar com coisas metidas na cona coisa que até esse dia ninguém sabia, nem mesmo as minhas maiores amigas, uns meses depois ele pediu-me para namorar comigo e sem eu dizer nada logo à partida ele disse que se eu aceitasse poderia continuar a foder com quem eu quisesse, aceitei e como primeiro presente de namorado ele deu-me um objecto feito por ele que era um cilindro em madeira muito macia com as pontas arredondadas a imitar uma piça para eu me foder quando me apetecesse mas que também dava para andar com ele metido na cona porque numa das pontas tinha preso um fio que era para o tirar pois como tinha só dez cm se não o segurasse ele entrava-me todo na cona, com esse objecto andava até nua à beira dos meus pais com ele metido dentro de mim, quando andava assim à frente dos meus pais metia também o fio dentro da cona que depois era só meter um dedo e puxar por ele e ninguem via nada, esse presente dele passou milhares de horas dentro de mim, esse objecto foi um dos melhores presentes que ele me deu em toda a vida, se não estivesse dentro da minha cona estava dentro da minha bolsa ou em algum outro lugar bem perto de mim isto até à três anos atrás quando numa viagem que fizemos a França tive coragem para entrar num Sex-shop e comprei uma colecção de plugs de vários tamanhos em silicone muito macio e maleável que é mesmo fabricado para o efeito, só quando ando menstruada ou estou a levar com uma piça pela cona a dentro é que não trago um plug dentro da minha cona, eu falo sempre na cona porque apesar de adorar levar no cu, não dispenso uma boa enrrabadela mas detesto meter objectos no cu, mesmo os dedos raramente meto. Hoje sou uma mulher adulta e continuo a adorar uma punheta, continuo a fazer mais que uma por dia não interessando as fodas que levo, em minha casa a masturbação é a coisa mais normal que pode haver e continuo a fazer parte de um grupo de cinco amigas já da adolescência que nos juntamos uma vez por semana para jogar cartas e falarmos principalmente da nossas aventuras sexuais da semana porque nenhuma de nós as cinco é santa e claro com o calor da conversa se não pusermos em pratica a nossa bissexualidade por menos fazemos umas punhetas umas ás outras ou mesmo cada uma em si própria enquanto ouvimos as maluqueiras que cada uma fez nessa semana, mas este relato já vai longo e isso são outros relatos que talvez escreva mais tarde, para acabar gostaria de dizer não escrevo nomes nem tão pouco o nome da localidade onde moro e se os vier a escrever serão trocados porque somos muito conhecidos aqui na zona onde vivemos e isso poderia ser muito prejudicial tanto para a situação familiar como para os negócios que temos mas afirmo que tudo que aqui escrevi ou venha a escrever é completamente verdade.
Portuguesa do Norte.

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Ficha do conto
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Por: Portuguesa
Codigo do conto: 319
Votos: 2
Categoria: Outras
Publicado em: 12/08/2014

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