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Os Gaviões do Cine Paissandu

Por: Carioca - Categoria: Traicao

        Aos Gaviões do Cine Paissandu
        Escrevo este relato como uma tardia homenagem aos antigos “gaviões” dos cinemas de São Paulo, principalmente, os do Cine Paissandu, sem dúvida os mais diretos, os mais corajosos, os que não aceitavam qualquer recusa aos seus desejos. Foi no Paissandu que minha esposa, no esplendor de seus trinta anos, aprendeu a ser uma mulher disponível para qualquer um , capaz de atender a tudo que lhe fosse solicitado, curvando-se sempre às imposições do macho, mesmo que este macho fosse alguém, inteiramente, desconhecido. Nos fins dos anos 70 e nos inícios do anos 80, éramos freqüentadores assíduos dos escurinhos dos cinemas de “amasso” paulistanos, estávamos entre os “casais” mais conhecidos no meio dos “comedores” e, minha esposa era uma das fêmeas mais abordadas. Muitas vezes, ainda na rua, a caminho do cinema, já éramos reconhecidos e acompanhados pelos que queriam garantir a primazia da boca e da vagina de Lia. Bons tempos... Tempos sem camisinha, em que Lia se inundava de porra.         Lia, minha esposa, conquistou a fama de mulher fácil e de grande chupadora. Quantas e quantas vezes, no intervalo entre as duas últimas sessões noturnas, enquanto esperava que ela saísse do toalhete, onde muitas vezes ia para enxugar suas coxas da esperma que escorria, os gaviões me procuravam, temendo que pudéssemos sair do cinema, para impor : “Nada de sair agora. Eu quero que ela me dê uma chupada bem demorada.” Muitas vezes, eu dizia, para provocar : “Ela já trepou com três. Acho que vamos embora.” A reação era sempre agressiva, como a que teve, certa vez , um gavião acompanhado de mais dois, dando-me um violento empurrão : “Vão embora, nada, seu corno. Ela vai é lá para cima trepar com a gente.” Enquanto ele dizia isso, ela saía do banheiro e, me vendo cercado pelos três, toda sorridente, concordou em voltar : “Eu não estava, mesmo, pensando em sair.”   E, excitadíssimo, eu assisti, os três se satisfazerem com Lia, usando-a com toda liberdade. Nós sabíamos que os gaviões não podiam ser contrariados e que o melhor era obedecer.         Os vestidos que Lia usava para ir aos cinemas facilitavam a tarefa dos gaviões, pois, na frente, eram inteiramente abertos de cima a baixo, fechados, apenas, com alguns botões. Era só desabotoar e ela estava inteiramente nua. As vezes ela usava uma saia preta bem larga, com enorme fenda. Lembro-me que certa vez, ao chegar à bilheteria do cinema, já havia um gavião esbaforido ao meu lado que me falou: “Compra minha entrada que eu estou louco de tesão para foder tua mulher.” É que ao subir os degraus para comprar as entradas, como a fenda da saia estava para trás, tal como eu sugerira, as grandes e roliças nádegas leitosas de Lia eram vistas pelos que estavam mais embaixo .   Deste modo, suas roupas não criavam qualquer dificuldade para as mãos ansiosas dos excitados comedores. Algumas vezes, com o cinema vazio, ela era passada de um para outro, completamente, nua. E, obedecendo as preferências dos machos, ela estava sempre, rigorosamente, depilada, não só na região vaginal como nas pernas, para que eles usufruíssem o contato delicioso de suas carnes. Aberta e preparada para qualquer um que se aproximasse, por mais exigente que fosse, ela não colocava qualquer dificuldade, aceitando homens de qualquer tipo, fossem eles negros, mulatos, morenos ou louros, fossem eles pessoas de classe média ou trabalhadores braçais.         Na minha condição de marido muito devo aos gaviões pela transformação que operaram em minha esposa e, acima de tudo, pelos gozosos espetáculos que me proporcionaram. E tudo começou, uma noite, na Av. São João... Ela, aconselhada por mim a retribuir os olhares masculinos, sorrira para um macho que a olhara, despudoradamente, nas proximidades de um cinema. Ele chegou-se, trocamos algumas palavras, e o convidamos a que nos acompanhasse àquele cinema: “Hoje, não é possível. Toda quarta-feira tenho um compromisso com um casal no Paissandu. Se quiserem, apareçam no Paissandu depois de amanhã, na sessão das oito. Podemos nos encontrar lá.” Na verdade, nunca tínhamos ido ao Paissandu. Frequentávamos, em busca de brincadeiras, ainda tímidos e inexperientes, alguns cinemas da Av. Ipiranga, onde Lia ganhou alguns apertões, alguns beijos na boca, algumas carícias nas coxas e, por três ou quatro vezes teve de segurar o membro duro do acompanhante. E foi para nós uma boa surpresa saber da existência de casais que encontravam comedores de esposas nos cinemas. Assim, no dia seguinte, antes mesmo do encontro marcado com o conquistador da São João, por insistência minha, em torno das nove da noite, fomos ao Paissandu. E valeu a pena. Por duas vezes, numa das últimas fileiras, toda assustada, minha esposa foi agarrada, beijada, sentiu as mãos do macho em suas coxas, em seus seios, mãos que sentiram o limite das calcinhas que ela não quis tirar. Mas, grande avanço, ela foi obrigada a masturbar os dois gaviões que se apropriaram dela, naquela primeira noite. Voltamos ao Paissandu mais duas outras noites e ela continuava a manter a calcinha. Até que apareceu um gavião mais exigente que, depois de dois outros, sem nada dizer ou pedir, percorreu com as mãos todo corpo de minha esposa, apertou-lhe as nádegas, abraçou-a com firmeza, segurou e chupou seus seios e, por fim, com ela toda excitada, arrancou-lhe à força a calcinha e, com grande prática, levantou-lhe a coxa direita, enterrou sua vara na vagina ansiosa e, os dois juntos, chegaram ao orgasmo. Ao lado, só de ver, eu também gozava, enquanto na fileira da frente, um mulato magro, que a tudo assistia e que acariciava as coxas e as nádegas de Lia enquanto era possuída pelo outro, terminava sua demorada masturbação. Os dois amantes depois conversaram, se beijaram e trocaram mais carícias, até que ele, tal como pouco antes, fez nova penetração e só gozou quando as luzes da última sessão já estavam se acendendo. Saímos os três do cinema e, na calçada, quando íamos entrar num táxi, sem qualquer cerimônia, ele me fez o elogio de Lia: “Você tem uma esposa muito gostosa. Espero encontrá-la outras vezes para enchê-la de porra, como hoje.” Este homem não teve a menor idéia de sua importância, pois acabara de fazer o que eu há muito tempo desejava: assistir minha mulher ser penetrada por outro e tendo enorme prazer. Ele contara a Lia que trabalhava numa banca de jornais ali no Centro. Entre mim e minha esposa, ele ficou sendo o “jornaleiro”, figura sempre lembrada porque mostrou novos caminhos de prazer para ela. Como gostaria, apesar de tanto tempo decorrido, agradecer a este impositivo homem. Depois dele, tudo ficou mais fácil. Era como se todos fossem informados de que o caminho estava aberto, como se ele tivesse contado a todos os gaviões.   Era chegar ao cinema e aguardar os machos, cada vez mais decididos, mais diretos, mais exigentes, todos penetrando Lia em várias posições. Muitas vezes, um em seguida de outro, penetrava-a sem qualquer preliminar. Ela, muitas vezes, ficava cercada por mais dois ou mais três comedores, alguns na fila da frente com as mãos em suas coxas, aguardando a ocasião de substituir o da vez. Eles, de modo geral, por mais excitados que tivessem, respeitavam a fila. Tenho a impressão de que achavam que os casais eram uma propriedade comum dos gaviões daquele cinema e, que uma vez aceitos no meio deles, tinham que se sujeitar a tudo. E em razão disso, um gavião com cara de árabe, já acostumado a penetrar Lia, tentou conduzir sua boca em direção do seu membro, tendo ela recusado. Aí, então, ele foi grosseiro e taxativo: “Hoje não quero gozar na sua boceta. Quero esporrar em sua boca. E vais chupar de qualquer jeito.” E sem mais, apesar da resistência dela que nunca fizera aquilo com um estranho, ele forçou a cabeça que não queria se curvar e introduziu-se entre seus lábios, não demorando a obter as carícias desejadas e só se retirando depois de despejar toda a esperma, e depois de sentir que ela tudo engolira. Achamos que foi o árabe que divulgou entre os gaviões a notícia de que ela chupava bem pois, a partir daí, sua boca passou a ser muito solicitada e sua fama estabeleceu-se no meio.         Foram dezenas e dezenas de machos anônimos. Nós os identificávamos por certos apelidos: o jornaleiro, o árabe, o faxineiro, o sargento, o lanterninha, o velhote, etc. Até que apareceram os que tinham nome, justamente, os mais depravados.         O primeiro foi o Sérgio. Numa última sessão ele se apropriou de Lia e não cedeu o lugar para dois outros que esperavam. Eu, como sempre, ficara ao lado dela, tudo assistindo. Mas, como ele não terminava, um dos gaviões na espera exigiu o meu lugar e tive de deixá-la entre os dois. Contudo, o outro não abria vaga e este teve que se masturbar, molhando as nádegas expostas de minha esposa. Poucas foram as vezes em que tive de deixá-la entre dois comedores e ficar mais distanciado da cena. O certo é que até o fim da sessão Lia foi monopolizada e saiu do cinema abraçada com o novo amante que tanto gozara e tanto lhe fizera gozar. Fomos a um barzinho próximo, eu me sentindo como um acompanhante dos dois e, posto de lado, assisti o deslumbramento amoroso dos enamorados que, no intervalo dos beijos, falavam entre cochichos. Logo senti a importância daquele macho para minha esposa. Sentia ciúmes mas, ao mesmo tempo, aquilo me excitava. Só quando fomos embora, ele se dignou a dizer uma palavra para mim; apertou a minha mão,   disse um “muito prazer” e estendeu-me um cartão de visitas com a recomendação: “Lembre a ela para me telefonar. E você me telefone também”. Quando chegamos no apartamento eu estava ansioso para desnudá-la e poder contemplar o trabalho do amante em sua vagina. Impedi que ela fosse ao banheiro e maravilhei-me com a grande quantidade de esperma em sua vagina. Era uma esperma amarelada e muito viscosa que, com facilidade, eu identificaria entre outras. Chupei-a toda e fiz com que ela gozasse mais uma vez.         Passados alguns dias, quando eu a lembrei de telefonar para o amante, ela respondeu com um sorriso: “Já telefonei três vezes. Marcamos um encontro para sábado. Mas, o Sérgio quer que você ligue, antes, para ele, para combinar alguns detalhes.” Telefonei logo, curioso de saber o que ele queria me dizer, já que ao me dar o cartão insinuara que eu devia procurá-lo. Foi uma conversa demorada na qual fiquei sabendo da grande experiência daquele gavião em lidar com casais. Ele falava abertamente, sem subterfúgios, dizia que eu, com toda a certeza, era igual a todos os maridos cornos que ele conhecera, que eu devia estar excitado ao falar com o macho de minha esposa, um macho que a fizera gozar muito e por quem ela já estava ansiosa para se entregar mais uma vez. Contou-me que ela telefonou todos os dias depois que se conheceram no cinema e que confessara estar apaixonada por ele e que desejava uma oportunidade de estar sozinha com ele, sem assistência, para satisfazê-lo em tudo que ele quisesse.    Para que ele se tornasse o macho que minha esposa precisava, era fundamental a minha total submissão a ele, a minha obediência completa às suas ordens. Assim, eu também ficaria satisfeito, garantiu ele, pois todo corno aprecia a submissão e a humilhação: “Desobedeceu, é porrada na cara e porrada para valer.” Então, como prova de obediência, no próximo sábado, dia do encontro com Lia, eu deveria deixá-la ir sozinha com ele para onde ele bem entendesse. Precisavam estar a sós para gozarem com toda a liberdade, para Lia se liberar toda. Queria que ela estivesse com os pelos pubianos raspados por mim, isso era importante, e usando uma saia bem curta, sem nada por baixo. E, não sei o motivo, queria também que ela estivesse vestida de branco e muito pintada, “tal como uma puta”. E mostrava como era grande o seu conhecimento acerca de maridos como eu : “Só te garanto que ela vai voltar toda esporrada e você vai chupá-la tal como já fizeste outro dia que a deixei . Depois terás de me contar se gostou. Eu contarei tudo fiz com a puta de tua mulher. E, posso te adiantar, a minha intenção é fazer dela uma puta verdadeira, tal como já fiz com com outras esposas de cornos. Ela vai ganhar dinheiro para mim. Não tem sentido deixar uma mulher trepando de graça com qualquer um no Paissandu, como ela faz há mais de um anoo, quando ela pode me trazer algum dinheiro. No Paissandu ela não vai mais. Vou levá-la a um outro cinema mais quente, ou a um ponto de prostituição; importante é que ela trague dinheiro para mim. Eu vou ser o cafetão de sua esposa e, tenho certeza, ela vai aceitar. Diga que concorda com isso.” Excitadíssimo ao telefone, sabendo que ele também estava, tive que concordar com todos os seus planos.         No sábado, à tarde, levei Lia ao encontro do amante, tudo conforme as exigências dele. Os dois se foram abraçados e, só mais tarde eu soube , por ele mesmo, que tudo fora acompanhado por quatro amigos seus, aos quais antecipara o modo como ela viria vestida e aos quais já prometera, para breve, levar a nova conquista para uma orgia no apartamento de um deles. Seis horas e meia depois ela voltou. Sua aparência era de total satisfação, digo mais, ela estava radiante de felicidade. Toda a roupa estava amassada, os cabelos em desalinho e não havia mais qualquer sinal de pintura em seu rosto Para mim, tinha sido uma longa espera, dominado por tremenda excitação, por ciúmes, por temor. Não mais podendo suportar qualquer demora, fiz com que ela se deitasse de costas na mesa de jantar da sala, com as saias erguidas, as coxas abertas, e eu, sentado numa cadeira à beira da mesa, com o rosto entre suas coxas, aproximando-me cada vez mais do seu centro de prazer, contemplei o maravilhoso serviço realizado por seu macho, aspirei os odores da recente realização libidinosa e, pela segunda vez, com indescritível voracidade, chupei a mágica vagina que expelia a grande quantidade da esperma amarela e viscosa que lá fora depositada. . Foi um longo gozo e, após atingirmos o orgasmo, como eu não cessava de chupá-la, toda risonha, ouvi Lia sussurrar: “Pode parar, queridinho, que eu já estou toda limpinha.”         Demorei um pouco a telefonar para o Sérgio. Sabia que ele quereria um novo encontro, conforme seus projetos para Lia. De um lado, sabendo da paixão que ela sentia por ele, tinha certeza que ela faria que ele pretendia : partilhá-la com amigos de farra, entregá-la a uns senhores que pagariam a ele pelos serviços, levá-la a um cinema de terceira ordem, o Rancho, freqüentado por prostitutas do baixo meretrício, ou então a um ponto de prostituição: “No Rancho você vai gostar de ver. Ela vai se destacar, vai ser uma loucura. O preço é baixo, mas vai ser um macho atrás do outro. Basta ela se mostrar por lá; com aquela aparência de gostosa bem cuidada, com aquelas coxas branquinhas, com aquela bundinha arrebitada, vai fazer fila. Aqueles tipos vibram com uma mulher de outro nível. É só ela se soltar, tal como faz no Paissandu. Se ela chegar lá no começo da noite, pode satisfazer de dez a quinze machos. Você vai se deliciar e eu vou levar um bom dinheirinho para coontinuar a fazê-la gozar comigo. Ela vai aceitar, por isso eu garanto.” Tal projeto, na verrdade, me excitava e muito. Mas, de outro lado, eu tinha medo de perdê-la. Ficava cheio de ciúmes ao ouvir o Sérgio me contar o que fizera com ela e como ela gozara. Tinha medo de que o controle fosse todo dele. Ele era um tipo bem apessoado e experiente em lidar na cama com mulheres. Eu sabia que ela estava encantada por ele. Tinha, pois, medo daqueles projetos, deliciosos, por um lado, e assustadores, por outro. Assim, retardei bastante, o novo encontro solicitado, importante para que ele consolidasse a sua situação com minha esposa. Ainda, não contei, mas nós não morávamos em São Paulo. Residíamos numa cidade próxima mas, por razões de trabalho, dois ou três dias por semana eu tinha que estar na paulicéia. Usava o apartamento de um amigo para nos hospedar, pois raras vezes ele o ocupava. Ou, então, nos hospedávamos num hotel do Centro, como o Caravelas, não longe do Paissandu, no qual alguns porteiros sabiam de nossas aventuras nos cinemas. Deste modo, durante algum tempo, inventei desculpas por não poder levar Lia a São Paulo, embora ela estivesse louca para estar com o Sérgio. Então, resolvi, eu mesmo, encontrá-lo, sem que Lia soubesse, com a idéia de fazer com que ele limitasse os seus projetos. Encontramo-nos num começo de noite, numa lanchonete na Praça Barão de Mesquita, e ele se fazia acompanhar, justamente, de um daqueles seus amigos. Já ao me apresentar ao seu acompanhante, ele foi grosseiro: “Este é o Carlos, o corno, marido da minha putinha. Ele está colocando umas dificuldades para ela estar comigo. Vamos ouvir que besteiras são essas.” Sentados os três diante do balcão, entre risinhos debochados dos dois, fiz ver que aqueles projetos com os quais , de fato, já concordara, eram inexequíveis. Concordava que ele a possuísse sempre, concordava, até, que ela se prostituísse para os velhotes, mas, o resto, não era possível. O fato de ela estar sujeita a quatro machos poderia redundar num excesso de violência para ela, pois mesmo reconhecendo que ela aceitava qualquer macho dentro dos cinemas, ela tinha seus limites, tinha coisas que não gostaria de fazer. E a idéia da prostituição aberta, no tal cinema Rancho ou na rua, também, para uma pessoa educada, era uma violência iniminável. Tais coisas eu não aceitava.   “E ela, o que diz?”, ele questionou. Respondi que não tínhamos falado sobre isso, mas que ela deveria concordar comigo. Aí, ele retrucou: “Olha, seu corno. Ela está taradona por mim e já me disse que vai fazer tudo que eu desejar. Tua mulher fará tudo para ter minha pica. Todo dia a putona me telefona como uma louca e diz que não vem atrás de mim porque você inventa mil dificuldades. Mas vou te dizer uma coisa. Vamos lá para fora e, na presença de meu amigo, sei que vais mudar de opinião”. Eu paguei a pequena despesa e andamos um pouco até chegarmos a uma rua com poucos passantes. Então, ele me encostou numa parede e me aplicou várias seqüências de bofetadas, chegando a tirar sangue de meus lábios: “Era isso que o corno estava querendo. Estava precisando apanhar do macho da mulher dele. E agora, vai ou não vai marcar o encontro para o próximos sábado. Talvez, eu a faça trepar também com este meu amigo e com os outros. Vai marcar o encontro ou quer mais porrada ?” Marquei o encontro e prometi não mais atrapalhar os projetos dele. E, de fato, mais uma vez, minha esposa foi ao encontro dele, mais uma vez ela voltou encantada e, mais uma vez eu a chupei maravilhado.         Mas a relação de Lia com Sérgio tinha que acabar. tudo aquilo me apavorava. Apavorava-me, porque me excitava. Até mesmo a surra que levara e o medo que sentira do amante de Lia, produziram sensações libidinosas. Assim, desaparecemos por uns tempos do círculo dos cinemas. Joguei fora as anotações com os números dos telefones e não mais falamos no nome do Sérgio. Sem dúvida, ela sofreu muito, mas atendeu as minhas razões.. Confesso, no entanto, que sou imensamente grato ao Sérgio por tudo que fez, pelos gozos que provocou em minha esposa, pelo conhecimento de mim mesmo que alcancei e até, pelas bofetadas recebidas. Talvez eu estaria mais satisfeito se os seus projetos para Lia tivessem se realizado e se eu tivesse aceitado o seu domínio .         Deixamos de freqüentar o Paissandu por alguns meses para evitar possíveis encontros com o Sérgio. Arranjávamos garanhões através de revistas, como a Private, ou íamos a outros cinemas. O fato é que Lia, sempre cheia de machos, foi esquecendo a paixão. Até que, finalmente, voltamos à rotina do Paissandu e de seus gaviões.   Um gavião importante, nesta nova fase, gavião com nome, foi o Milton. Ele se aproximou num dia em que era exibido um filme pornográfico. O cinema estava quase lotado e a grande maioria era de homens. Chegamos num início de sessão, com as luzes acesas, e logo vimos que seria muito arriscado aceitar as solicitações dos gaviões. Em vez de ir para as últimas filas de poltronas, escolhemos uma das filas centrais, de três poltronas, Eu sentei na poltrona externa e Lia na do meio. A idéia era a de nada fazer e limitarmo-nos a ver o filme. Ainda no claro, sentimos os olhares dos homens e a aproximação de alguns. Mal as luzes foram apagadas, um negro magro, alto, sentou-se, sem cerimônia, ao lado de Lia e, de imediato, abriu a braguilha e pôs o membro para fora. Seria melhor dizer que ele ostentou, ostentar é a palavra, o seu prodigioso falo, completamente, endurecido. Lia, preocupada com a grande freqüência do cinema, não olhara o objeto em exposição até que, levando uma cotovelada do gavião que sacudia o membro como um convite, ela vislumbrou a grossura e o comprimento do magnífico instrumento de prazer. Assustada e maravilhada com as dimensões nunca vistas, sentiu-se obrigada a aceitar o convite e entregou sua mão já ansiosa por aquele presente. Logo, os dois estavam abraçados e suas bocas coladas. O garanhão negro, indiferente ao resto, passeava as mãos pelas brancas coxas, pelos seios, pelas nádegas de Lia, deixando loucos de tesão os três assistentes da fileira da frente e os três da fileira de trás, todos em processo masturbatório. Era grande a movimentação pela escada ao lado, todos pretendendo uma oportunidade para também segurar aquelas carnes que o amante negro deixava bem a mostra com suas carícias. Mas, o grande momento foi precipitado por minha esposa quando, não mais se contendo, curvou-se sobre o colo do comedor e, alucinada, começou a chupar o seu negro caralho. Os três machos sentados a frente começaram então, a segurar-lhe as coxas e as nádegas , puxando-as mais para si, até que pudessem beijá-las. Não havia mais como continuar no cinema, pois o escândalo se formava. O gavião se recompôs, falou com Lia e, com rapidez, saímos da sala e do cinema. Alguns ainda nos acompanharam até a porta, mas viram que estávamos decididos e retornaram, Fomos, então, por sugestão do Milton, em direçao ao cine Copan, que segundo ele estaria bem vazio e sem gaviões. Lia e o amante seguiam abraçados pela São João e pela Ipiranga , chamando atenção pelo enlevo que mostravam. O Copan estava quase vazio, ficamos bem atrás, e Lia teve uma inesquecível noitada cinematográfica. Por longo tempo, ela ficou ajoelhada diante da poltrona do macho, pois ele logo abrira e abaixara as calças para que todas suas intimidades ficassem à disposição dos lábios e da língua da excitada fêmea . Ela sentia-se exaltada ao lamber e sugar o músculo divino, em lamber o negro saco e em enfiar seus lábios nas virilhas suadas. Dar prazer àquele portentoso macho negro era um prêmio para ela. Nunca vi minha esposa chupar com tanta concentração um macho. E ele prendia o gozo, prolongava a homenagem que a mulher lhe prestava. Depois, fez com ela se sentasse em seu colo para beijá-la com sofreguidão, língua com língua, ofertando-lhe a sua saliva. Num momento de quase gozo, ela livrou-se do vestido, para que as mãos do macho a percorressem, até que, não mais suportando o excessivo desejo, ele fez com que ela se curvasse no estreito corredor entre as poltronas, apoiando-se em minhas pernas, e enfiou, por trás, a magnífica ferramenta na ansiosa vagina . Apesar de sentir-se rasgada pelo colossal falo, nunca a vi rosnar tanto de prazer e remexer com as nádegas para que a penetração fosse total. Também ele, num paroxismo erótico, dava violentas estocadas e, chamando-a de puta, de chupadora nojenta, regou as profundidades até então não alcançadas por nenhum macho, com a fartura de sua porra. Foi uma intensíssima sessão erótica. Os dois amantes se recompuseram e descansaram na poltrona. Minutos depois as luzes se acenderam. Abandonamos a sala e, enquanto Lia estava no toalhete, ficamos conversando. Ele queria um encontro dentro de dois dias, só com ela, para apresentá-la ao seu tio, que morava num apartamento bem central, e que possuindo-a, facilitaria novos encontros. Disse-me que ela iria gostar, pois o velho tinha um membro talvez maior que o dele. Quando voltamos para o apartamento, pude constatar a grande cratera provocada pelo imenso falo e chupei com ardor a violada vagina de minha esposa . Nada fiz com o telefone anotado, pois imaginava um novo perigo, talvez maior.   Mas, sou grato a este garanhão negro pelas imagens que contemplei do prazer excessivo de minha esposa.         E chego ao Wilson Mário, um outro nome ligado ao Paissandu e, talvez o mais importante de todos. Estava o Paissandu quase vazio, no meio da penúltima sessão, quando ele chegou à procura de algum casal. Nós éramos o único casal e, naquele momento, um gavião estava satisfazendo minha mulher mas, rápido no coito, levantou-se, e sem nada dizer, foi-se embora. Logo, o Wilson sentou-se ao lado de Lia e começou as carícias. Suas mãos experimentavam, com ansiedade, todos os recantos de seu corpo. Logo, começaram os beijos na boca, os chupões nos seios, os afagos na vagina molhada pelo outro e também pelas secreções do prazer que agora sentia. Aquele mulato gordo, forte e rude mostrava-se encantado por minha esposa. Suas mãos tremiam ao acariciá-la. Sua boca não parava de colar-se na boca de Lia. Para melhor beijá-la, colocou-a sentada em seu colo, de frente para si, abraçando-a como um alucinado. Quando ela abriu toda a frente do vestido para melhor atiçá-lo, ele dava mostras que não acreditar no que via e era dominado por violentos tremores, balbuciando sons ininteligíveis. Um amor luxurioso apossava-se dele. Então, o corpo seminu de Lia escorregou entre as pernas do macho enlouquecido, as delicadas mãos abriram o zíper da calça e trouxeram para fora o rijo falo para que fosse acariciado pela experiente boca. Estirado em êxtase na poltrona, como que colocado num estado gozoso nunca experimentado, em pouco tempo, sempre puxando a cabeça da fêmea, repetindo “meu amor, meu amor”, ejaculou prodigamente na boca que o provocara. Ainda abaixada, ela ergueu o rosto, e toda satisfeita, mostrou-lhe a boca repleta de sêmen e tudo engoliu. Ainda trêmulo, ele ajudou Lia a erguer-se, trouxe-a de novo para o seu colo para continuar a beijá-la cheio de ardor. Então, com nitidez ele disse: “Você é o meu amor”. Nem com as luzes acesas do intervalo, ele deixou-a sair de seu colo. Nem os beijos foram interrompidos. Nada mais existia além dele e de seu amor. Por toda a última sessão, Wilson amou Lia. Pouco mudaram de posição: ela em seu colo, virada para ele, praticamente nua, sempre enfiada pelo inesgotável caralho. Nenhuma importância deram ao desconhecido que sentou-se na fila anterior e que, voltado para trás, assistia à interminável e amorosa foda.. Nem se importaram quando a mão do estranho segurou as exibidas nádegas como estímulo à sua masturbação nem quando o homem levantou-se e encostou o membro entre as duas nádegas para molhá-las com seus jatos de esperma. Nem quando eu lambi a deliciosa bunda para impedir que os amantes se molhassem com a esperma que escorria. Com as luzes acesas, foi um custo separá-los. Prometi a eles que passaríamos todo o fim de semana em São Paulo e que teriam mais três dias de cinema. Saímos para um restaurante, os dois sempre agarrados, encantados um com o outro. Eu estava felicíssimo vendo o novo casal e imaginando que, talvez, Lia tivesse encontrado o amante definitivo. Voltamos ao Paissandu na sexta, no sábado e no domingo. Sempre os mesmos encantos dos dois e os mesmos estremecimentos eróticos do Wilson: durante muito tempo ele continuou a tremer por ocasião dos enlaces amorosos com Lia. Quando, por momento, fiquei só com ele na noite de domingo, ele me falou: “Há muito tempo estava com vontade de trepar com tua esposa. Mas, tinha sempre algum gavião com ela. Faltou chance. Depois vocês desapareceram. Há muito tempo não tenho tanto tesão por uma mulher. Da próxima vez quero fodê-la numa cama. Vou dar uma surra de pica que ela nunca viu. Arranje um lugar. Você pode assistir tudo. Eu gosto mais de foder na frente do marido e vê-lo chupar a boceta depois de cada esporrada.”         Na semana seguinte, reservei no Hotel Caravelas um quarto para três pessoas. O Wilson foi nos encontrar no mesmo restaurante em que já estivéramos. Depois, para variar, fomos ao cinema, numa última sessão, onde os dois iniciaram os preparativos. Entramos os três junto no hotel, sob o sorriso cínico do porteiro, e, então, tudo começou. Nunca vi um macho como o Wilson. Foi uma noite inteira de fodas, uma noite inteira com o caralho duro. Lia tudo fez para amainar o ardor do macho: incansavelmente chupou, cavalgou, ficou por baixo, beijou-o todo, mas o ardor se mantinha. Até, que ela, implorou uma trégua, dizendo com voz meiga : “Chega, meu amor, vamos dormir um pouco. Amanhã tem mais. A hora que você quiser você me tem, eu sou toda sua.” , Se eu disser que esta foi uma noite inesquecível, será pouco. Pois tivemos várias noites com o mesmo ímpeto e em todas eu fui um espectador privilegiado. A paixão dos dois durou muito. Wilson monopolizou Lia, a tal ponto que eu, o marido, durante muito tempo fui proibido de penetrá-la. Ele bem sabia tratar maridos cornos. Sabia mandar, sabia humilhar e, também, sabia bater. Não sei bem por quantos anos ele e Lia se amaram e eu fui um corno feliz.. Sei, que até hoje sou grato ao Wilson Mário, o motorista da polícia, um macho autêntico, uma virilidade a toda prova, uma ótima pessoa, e que muito amou minha esposa e muito foi amado por ela.

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