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A história de Joana

Por: Joana - Categoria: Incesto

A HISTÓRIA DE JOANA - 1

No meu estado existe um site erótico que tem me dado muitas alegrias e excitação. O site club-columb.ru mudou a minha vida e me deu coragem para me abrir. Vou contar para vocês o que já comecei a contar naquele site, para minhas conterrâneas. Meu nome é Joana, tenho 21 anos e moro com meus pais, um irmão – Lucas – e uma irmã – Vera – em Vila Velha. Crescemos como todo mundo, brincando, se divertindo e aprendendo uns com os outros, principalmente sobre sexualidade. O que vou narrar aqui, são passagens de minha vida, nossa vida e que, às vezes, envolvem outras pessoas de nosso relacionamento.

Não lembro a idade, mas a primeira vez que vi um pau duro foi o de meu pai, quando entrei no quarto deles sem bater e flagrei minha mãe chupando o pau de meu pai, duro, grande e grosso. Foi foda, meus pais ficaram desconcertados e até quiseram me bater, mas acabaram simplesmente me mandando ir pra cama.

A partir desse dia, foi natural minha curiosidade por essas questões de sexo. Passei a observar mais o meu irmão, olhar entre suas pernas, essas coisas. Um dia, não me contive e, enquanto ele tomava banho, olhei pelo buraco da fechadura, o que vi me deixou atônita: Lucas estava mexendo no pau duro, com a mão pra lá e pra cá, num movimento que eu não entendia, mas sabia que devia ser alguma coisa errada, proibida pra ele e para mim estar vendo.

Mas a curiosidade era tanta que fiquei ali, parada, o olho na fechadura, vendo-o brincar com o pau duro, os olhos fechados, as pernas tremendo, até que ele soltou uns gemidos e vi saltar uns jatos de um líquido branco da cabeça de seu pau, enquanto ele ia parando os movimentos que fazia. Não sei porque, mas por traz da porta eu tremia toda, as pernas tremiam como vara verde, meu coração batia disparado, minha boca estava seca e eu sentia uma sensação diferente em meu corpo. Senti vontade de tocar minha bucetinha, mas tinha a certeza de era errado, uma coisa que eu não devia fazer.

A partir desse dia, eu aproveitava todas oportunidades que tinha para ver o Lucas tomar banho e brincar com seu pau. Aquilo se tornou um vício para mim, a ponto de ficar agoniada quando tinha alguém por perto e eu não podia observa-lo.

Um dia, ouvi que meu irmão murmurava meu nome enquanto brincava com seu pau, o que me deixou muito curiosa. Nesse dia, ele parece que gozou ainda mais forte, enquanto eu tremia do lado de fora.

Uma manhã entrei sorrateiramente em seu quarto e vi que ele estava dormindo descoberto. Aproximei-me devagar e pude ver, pela fenda do calção do pijama, o seu pau mole e pequeno. Nem parecia o mesmo que eu via quase todos dias. De perto ele era diferente, não sei explicar. Cheia de medo, mas num impulso que não pude conter, aproximei minha mão de seu pau e, de leve, fiquei tocando-o em suaves movimentos.

Logo senti que seu pau estava endurecendo e crescendo em minha mão e, pela primeira vez, pude sentir como era diferente tocar um pau, principalmente duro. De repente, Lucas virou-se na cama e meu coração disparou de susto, me deixando paralisada!

... Logo senti que seu pau estava endurecendo e crescendo em minha mão e, pela primeira vez, pude sentir como era diferente tocar um pau, principalmente duro. De repente, Lucas virou-se na cama e meu coração disparou de susto, me deixando paralisada!

Larguei o seu pau e fiquei quietinha, a boca seca pelo medo, as pernas bambas e o corpo trêmulo. Felizmente, ele não havia acordado, apenas revirado na cama, para meu alívio. Ao se virar de barriga pra cima, seu pau saiu ainda mais do calção, ficando quase todo do lado de fora, ainda duro, a cabeça volumosa. A vontade pegá-lo novamente era muita mas o medo era maior que minha coragem.

Fiquei ali, estática, admirando aquele lindo pau que meu irmão possuía, enquanto mil pensamentos passavam por minha cabeça. Se ele tivesse acordado e me pegado no flagrante, o que é que eu iria dizer? Que loucura eu tinha feito. E se ele contasse para nossos pais? Com certeza eu levaria uma surra pra nunca mais esquecer.

De repente o pau de Lucas começou a dar uns pulinhos, como se estivesse vivo. Vi quando ele levou a mão ao pau e, ainda dormindo, começou a fazer a mesma coisa que fazia no banheiro. Vi que seu pau ficou ainda mais duro, a cabeça parecia imensa, reluzente.

Baixinho, ele murmurava meu nome e um monte de coisas que jamais pensei ouvir de sua boca. Algumas coisas davam pra entender perfeitamente “gostosa”, “tesão”, “irmãzinha deliciosa” e outras eram inaudíveis.

Ficou claro que ele estava sonhando e, mais claro ainda, comigo. Cheguei a conclusão que meu irmão era tarado por mim, que fazia aquelas coisas pensando em mim. Ao mesmo tempo em que fiquei revoltada, senti um calor estranho entre as pernas.

Levada por aquela situação, não resisti e enfiei a mão por dentro do pijama e toquei minha bucetinha. Logo vi que estava muito molhada por um líquido diferente, meio gosmento, que fazia meu dedo deslizar gostoso nela.

Nesse dia, aprendi, na prática, o que era masturbação. Enquanto meu irmão masturbava-se sonhando comigo, eu me masturbava ao seu lado, com a mão dentro da calcinha, silenciosamente.

Logo uma onda de calor veio chegando, uma sensação diferente tomando conta de meu corpo e, pela primeira vez, experimentei o que é gozar. Um gozo gostoso, uma sensação que até então eu nunca havia sentido, que me fez soltar um gemido incontido e abafado pela outra mão. Nesse momento, meu irmão mexeu-se na cama outra vez, virando-se para meu lado e me levando ao desespero.

Cheguei a pensar que meu irmão havia acordado de vez com meu gemido e iria me pegar olhando para seu pau. Ainda cheia de tesão, mas momentaneamente satisfeita, resolvi parar de arriscar e sair do quarto antes desse problema. Quando cheguei ao meu quarto, tranquei a porta e tirei minha calcinha para curtir melhor minha bucetinha. Deitei na cama e comecei a esfrega-la outra vez, meus dedos deslizando facilmente na fenda lubrificada por meus sumos. Curiosa, levei um dedo à boca para experimentar que sabor que tinha. Confesso que gostei do meu sabor e até hoje faço questão de saboreá-lo, de vez em quando.

Uma noite, acordei de madrugada, senti sede e fui à cozinha tomar água. Ao me aproximar de lá, comecei a ouvir gemidos e murmúrios baixinhos e logo identifiquei que eram meus pais transando. Aproximei-me silenciosamente pela lateral da porta e, na penumbra de onde estava, pude assistir, de perto, a primeira foda de minha vida. Apesar da pouca luz, dava pra ver bem a sacanagem deles. Lá estava novamente minha mãe chupando o pau de meu pai que gemia e murmurava o tempo todo umas expressões que fui incorporando ao meu vocabulário “chupa putinha, chupa gostoso que sua boca tá uma delícia”. Ele estava de pé, apoiado na pia e ela de joelhos, enfiando o pau até onde podia, boca adentro, e depois o tirava todo e ficava lambendo de cima em baixo, rodeando a cabeçona vermelha com a língua, com uma expressão no rosto que eu nunca tinha visto em minha mãe.

“hum, que pau gostoso, duro, grosso, do jeito que eu gosto” falava ela entre uma chupada e outra. “chupa mais, chupa mais tesão” dizia meu pai encostado à pia, as mãos pegando nos cabelos de minha mãe, ajudando nos movimentos de sua cabeça para engolir o pau.

Minhas pernas tremiam muito, tive medo de cair de tanto que tremiam. Mas eu não conseguia sair dali, de tão excitante que era ver aquela foda dos dois. Ouvi meu pai dizer “agora pára, senão vou gozar na sua boa. Você quer meu gozo na boquinha, quer?”. Minha mãe parou de chupar o pau dele e falou “hoje não, eu quero que você goze dentro de mim, me encha de porra quentinha”.

Meu pai, então, pegou minha mãe pela cintura, e colocou-a sentada na beira da pia, de pernas bem abertas. Chupou bastante os peitões dela, dava pra ouvir o barulho dele sugando os bicos, enquanto ela só gemia e repetia sempre “chupa gostoso, mama nos seus peitos, me enche de prazer, gostosão”. Após muita chupação nos peitões dela, ele abaixou a cabeça, abriu as pernas dela ainda mais e enfiou a cara no meio de suas pernas escancaradas. “ai que língua deliciosa, lambe ela, lambe. Enfia ela dentro de sua bucetona, enfia seu tarado”. Ser lambida e chupada na buceta devia ser muito bom, porque não demorou quase nada e minha mãe tava gozando, tampando a boca com a mão pra abafar seus gemidos que, mesmo assim, foram muitos e altos.

Tão logo ela se acalmou, meu pai ajudou-a a descer e colocou-a de frente para a pia, um pouco debruçada e deu uns tapinhas na enorme bunda dela.

Minha mãe pegou o pau de papai, ajeitou-o na entrada de sua buceta e começou a rebolar, ao mesmo tempo em que forçava a bunda para traz, fazendo-o sumir todo dentro dela, enquanto ele brincava com seus peitões, amassando-os, puxando-os.

A seguir, meu pai começou um movimento para frente e para traz, metendo o pau grosso em minha mãe que gemia sem parar “ai que gostoso, que tesão de pica, mete fundo, mete”. Tinha momentos que papai enfiava com tanta força que chegava a levantar mamãe do chão, deixando-a na pontinha dos pés.

Senti novamente aquele calor no meio das pernas e não pensei duas vezes. Enfiei a mão por baixo da camisola, puxei a calcinha de lado e fiquei alisando minha bucetinha, meu pedacinho de carne macia que depois aprendi ser meu grelo. Era muito gostoso fazer carinho na minha bucetinha vendo a foda de meus pais.

Mamãe continuava com sua gemedeira “puta que pariu, que pau gostoso você tem amor, enfia mais, enfia ele todo, me rasga com esse pauzão, vai”. Papai também falava coisas pra ela “você é uma putinha muito gostosa, gosta de minha pica dentro de você? Quer que eu enfie tudo nessa buceta tesuda?”

Aquilo estava me deixando louca, minha mão estava completamente molhada de meus sucos, eu enfiava os dedos na boca para lambe-los, tornava a molha-los na buceta, esfregava meu grelinho, uma onda de prazer me invadindo.

Na cozinha, mamãe estava praticamente de quatro levando a pica de papai na buceta, seus peitões balançando pra lá e pra cá, enquanto murmurava um monte de sacanagem “fode amor, fode sua buceta, fode gostoso, enfia essa pica nela com força, vai”.

De repente, senti a presença de alguém logo atrás de mim, uma respiração quente em minha nuca. Assustada, virei rápido e deparei com meu irmão e pude perceber que ele estava com o pau na mão de olho nos dois fudendo. Devo ter ficado vermelha de vergonha e ele também deve ter se assustado com minha reação. Com medo de que fizesse qualquer barulho colocou a outra mão em minha boca e sussurrou para eu ficar quieta, em silêncio.

Voltei minha atenção para papai e mamãe. Ele havia tirado o pau de dentro dela e colocou-a sentada na pia, com as pernas arreganhadas. Logo ele enfiou o pau nela de novo, agora de frente para ela, chupando seus peitões, enquanto mamãe se agarrava nele.

Senti a mão de meu irmão tocar a minha, pegando-a e levando-a até o seu cassete duro. Ele fez com que eu o pegasse e fizesse um vai e vem nele, coisa que adorei. O pau dele estava muito quente, impressionantemente duro. Logo senti sua mão procurando minha bucetinha, tomando o lugar da minha.
(continua)
                                

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Por: Joana
Codigo do conto: 436
Votos: 5
Categoria: Incesto
Publicado em: 12/08/2014

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