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A Chantagem

Por: fe - Categoria: Fantasias

Isto realmente aconteceu comigo e acabou mudando a minha forma de ser e de sentir. Voltemos ao ano 2000 para poder enteder toda esta narrativa. Antes de mais nada, meu nome é Fernanda, sou loirinha e tenho um corpo lindo, fruto de muita malhação em academia, do balé, do tënis e da natação. Desde os 13 anos atuo como modelo tirando fotos que saíram em diversas revistas e catálogos o que além de me render um pouco de dinheiro, me rendeu também notoriedade na escola. Com isso, me tornei um pouco fresquinha, limitando minhas amizades.
Namorei com Maurício por um ano e meio, e nas férias de julho de 2000, com 17 anos, perdi a virgindade. Em agosto, o crápula me dispensou. É desnecessário dizer que fiquei louca da vida. No início de Setembro, Sílvio que me paquerava desde o ginásio se aproximou. Ele é um gato, porém a fama que ele tinha de galinha me assustava um pouco. Decidi dar um pouco de corda a ele prá ver se provocava ciúmes no Maurício. Aos poucos a impressão que tinha de Silvio foi mudando. Ele era gentil, maduro, não tinha vícios, me dava toda a atenção... tudo que uma garota podia querer. Começamos a namorar em meados de Setembro e juntos começamos a estudar para as provas bimestrais. Na véspera do feriado do dia 12 de outubro (uma quinta-feira), combinamos de na sexta-feira pela manhã, já que não haveria aula, ir nadar e almoçar no clube e na parte da tarde estudar química em sua casa (a prova era segunda-feira).
Na sexta-feira, coloquei um shortinho branco e uma mini-blusa, o calor já era grande às 09:00 h da manhã e fui para o clube. Nos encontramos lá, nadamos e almoçamos. Por volta das 13:00 h nos dirigimos à casa de Sílvio.
Em sua casa, me levou ao Salão de Jogos para estudarmos. Era uma sala incrível, tinha mesa de bilhar, barzinho, dois sofás grandes, televisão, geladeira, banheiros e uma mesa de carteado que usamos para colocar nossas coisas. Abrimos os livros e em menos de um minuto começaram os beijinhos e a mão dele começou a alisar meu joelho e minha coxa esquerda. Pedi prá ele parar ... mas ele beijava meu pescoço e continuava a passar a mão nas minhas pernas."Pára Sílvio ... alguém pode chegar ..." disse eu. "Fique tranqüila gatinha, meus pais foram viajar e eu dispensei a empregada. Estamos sozinhos..."
Um misto de apreensão, medo, tesão e insegurança passou pela minha cabeça. Meio assustada pedi a ele um copo com água. Ele se levantou foi a geladeira ao lado do barzinho, pegou uma garrafa de água e dois copos. Eu me levantei e o ajudei a servir. Tomei a água e me virei para voltar ao meu lugar quando de repente ele me agarra por trás. Sinto o pau dele durinho na minha bunda e suas mãos procuram meus pequenos seios. "Pára Sílvio ..." disse eu nervosamente. "Calma docinho ... deixa eu te encoxar um pouquinho ... você não gosta ???" retrucou ele. Diante da pergunta e da resposta óbvia, o que me ocorreu no momento foi dizer que eu não estava preparada para perder a virgindade. "Tudo bem, disse ele, prometo não tocar na tua bucetinha, mas então chupa meu pau ...". Neguei, dizendo-lhe que bateria uma punhetinha ... mas ele me disse que punhetinha ele mesmo batia.
"Me dá sua bundinha... eu prometo ser bem delicado... " ele sugeriu. "Não... isso dói demais ..." respondi a ele. "Como você sabe se dói ou não... você já deu ?" perguntou. "Ouvi dizer que dói ..." Respondi. E esse diálogo se estendeu por alguns minutos até que, sem saída ..., com tesão de experimentar (porém com um medão), após ter olhado o tamanho e a largura do pinto dele concordei; mas se doesse muito ele teria que parar. Confiando nele, comecei a tirar a roupa enquanto ele corria até um móvel para pegar uma camisinha e lubrificante. Rapidamente ele armou o sofá, transformando-o em uma cama, tirou a roupa e colocou a camisinha. Me vendo totalmente despida, raspadinha, ele disse: "Nossa vocë é mesmo linda ... que corpo ... que tesão .... vou gozar só de olhar". Nos deitamos na cama e ele começou a me lamber a barriguinha, a mordiscar meus seios e chupar a minha bucetinha... até que não aguentei e explodi em gozo.
Ele pegou duas grandes almofadas e jogou sobre o sofá pedindo que eu deitasse sobre elas deixando a bundinha bem empinadinha. Obedeci e senti um gel geladinho penetrar na minha bunda juntamente com um dedo dele. Gemi de dor e ele jogou mais gel e com carinho ia massageando o anelzinho e com a outra mão começou a mexer no meu clítoris. Fui acostumando com o dedo dele e me excitando com o toque no clítoris. Logo ele estava com dois dedos dentro da minha bunda, fazendo um movimento ritmado de vai-e-vem, pedindo sempre pra mim relaxar.
As almofadas eram bem altas que quase eu não o via. Senti os dedos saírem da minha bunda e ele se posicionando bem atrás de mim. "Relaxa agora benzinho ... " disse ele enquanto passava o pinto nas minhas nádegas. Com a mão ele encaixou bem no buraquinho e deu uma forçadinha. Dei um gemido, mais de frescura do que de dor. Ele deu uma paradinha e outra forçadinha. A cabecinha alargava o meu anelzinho e dei outro gemidinho. Ele me perguntou se estava tudo bem porque ainda não tinha entrado a cabecinha e eu disse que sim. Uma nova forçadinha e senti o pinto dele escorregar para dentro e uma dor incrível. Gritei de dor e ele parou por alguns instantes. "Relaxa que falta pouco, putinha ..." disse ele.
Putinha ??? Como ele se atrevia a me chamar de putinha ... Antes de eu poder retrucar ele enfiou tudo de uma vez. Dei mais um grito e pedi para ele tirar. "Fica quieta sua puta... Eu tiro a hora que eu quiser ... Rebola esta bunda prá mim ... Desde o ginásio você me ignorou e hoje é minha vingança. Podem sair meninos, venham tirar foto e filmar esta cadela dando prá mim"disse ele soltando um forte tapa nas minhas nádegas e começou a me comer sem dó. Neste instante, de um dos banheiros, apareceram o Bruno com uma Polaroid tirando fotos, o Leo filmando e o Marcos controlando a iluminação.
Morta de vergonha e assustada, xinguei-os. Sílvio me disse: "A menina mais bonita da escola é uma putinha ... hoje vai dar prá todo mundo aqui e o que é melhor, vai dar prá nós sempre, senão o filme e as fotos vão correr a escola. Lembre-se que não foi estupro, pois você concordou e o áudio tá gravado".
Comecei a chorar desesperadamente que não mais me importava com ele comendo minha bunda. Bruno tirava fotos e me mostrava falando que ia montar uma revista pornô e que eu seria uma grande atriz. Senti Sílvio aumentar a velocidade da metida e gozou retirando seu cacete de dentro da minha bunda, arrancando a camisinha despejou porra no meu rosto e ainda enfiou o pau na minha boca me mandando limpá-lo.
Os outros três já estavam pelados e tirando a sorte com quatro ases e uma dama de um baralho. ( O ás de paus dava o direito de comer a bucetinha, o às de copas de comer a bundinha, o ás de espadas uma chupetinha e o às de ouros uma punhetinha e a dama esperava a próxima rodada). Léo ganhou tirou o ás de paus e me colocou de quatro, mandando vara na minha bucetinha, enquanto Sílvio filmava e Bruno que tirou a dama, cuidava da iluminação. Quando Léo acabou constatou que eu não era virgem como dizia e a algazarra foi geral. Puta... vadia... cadela... Marcos tinha tirado o ás de espadas, e por isso tive que mamar em seu pau sem camisinha. O puto, me fez ajoelhar e segurando minha cabeça me fazia chupar... chupar... até que gozou na minha boca e eu engasguei, para risos gerais, e ainda tive que engolir a porra mesmo sentindo nojo e ânsia.
Bruno não se agüentava mais ... tiraram novamente a sorte e Sílvio ganhou o direito da minha bucetinha, Bruno a bundinha, Léo a chupada e Marcos a punheta. A dama sobrou. Sílvio me quis de frango assado e socava a pica com força em minha bucetinha. Eu pedia para eles pararem, mas simplesmente era ignorada. Na vez de Bruno, que tinha o pau maior, ele se sentou no sofá e me fez sentar no colo dele. O pau dele foi entrando na minha bunda já alargada pela foda anterior. Gemia de dor a cada vez que ele me abaixava e sentia os seus pentelhos roçarem a minha bunda. Ouvia a ordem de Bruno para rebolar na hora que entrava tudo. Léo ficou em pé no sofá e me fazia chupar seu pinto. Os outros continuavam a filmar e a fotografar. Após Bruno e Léo gozarem, bati a punheta para Marcos.
Exaustos, resolveram ver o filme enquanto me deixavam descansar. Acompanhei o filme por uns dez minutos, me sentia imunda, nojenta, humilhada. Pedi para tomar um banho. Bruno se ofereceu para me acompanhar e não adiantou eu falar não. No chuveiro, seus dedos procuravam todos os meus buracos, e ele me chamando de puta, vadia. Consegui me desvencilhar dele e me enrolar em uma toalha. Ao sair, os outros já me esperavam com os paus duros novamente e Sílvio puxou a tolha para baixo e disse: "A câmara já está fixa e apontada para o sofá. Agora é suruba". Como selvagens se atiraram sobre mim me arrastando para a cama e lá fizeram o que quiseram.
Às 18:00 horas, me deixaram ir embora, com a promessa de que quando quisessem de novo eu teria que dar ou as fotos e o filme iria correr a escola inteira. Toda a semana era obrigada a ir "estudar" individualmente ou em grupo na casa de algum daqueles putos. Ainda em 2003, de vez em quando, alguém liga marcando horário e local, senão a fita e as fotos vão chegar ao namoradinho.


                                
                                

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Ficha do conto
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Por: fe
Codigo do conto: 737
Votos: 2
Categoria: Fantasias
Publicado em: 12/08/2014

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