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estrupo e sadismos na fazenda

Por: cassim - Categoria: Fantasias

ESTRUPO E MORTE NO CENTRO DE MAGIA NEGRA


Esta historia aconteceu numa cidadezinha do interior de São Paulo, onde um poderoso fazendeiro da Região que era um supersticioso de mão cheia, foi se consultar num centro de macumba sobre suas finanças pois estava achando, que estava sendo roubado por seus empregados, e para o azar dele o guia já sabia da historia e pensava em faturar uma grana em cima do coitado do fazendeiro, como o guia já tinha uma pinimba com um empregado do fazendeiro ele armou para cima do coitado, pensando em se vingar do empregado e ganhar uma grana em cima do fazendeiro. Na cessão armou todo um espetáculo com luzes, fumaça e musicas bem sinistras, para assustar mesmo o idiota do fazendeiro, bem vamos. Na sessão o guia foi explicando como o fazendeiro deveria se concentrar para que o guia recebesse seu santo de depois de muita férula do guia ele começa a tremer para avisar que o caboclo estava descendo (na verdade uma mistificação, que seria melhor interpretada por um exu).
Depois ele começou a balbuciar palavras desconexas que aos poucos foi fazendo sentido, naquela sala escura com algumas luzes brilhantes, as frases macabras eram ditas com impressionante segurança – É meu filho você esta com um problema serio no seu meio, mas meu cavalo tem como solucionar seu problema com o Zé, escute o que ele tem dizer e faça tudo que ele mandar com muita atenção não o desobedeça se não o castigo vai ser muito pior pois foi você quem me procurou. E dito isso o cavalo que se chamava João caio no chão se debatendo e desmaiou, o fazendeiro que estava no seu lado abaixou para acudi-lo, aos poucos o homem desacordo vai recordando a consciência e fala para o fazendeiro.
       O guia - Precisamos   conversar a pessoa que esta lhe causando problema esta com um encosto e este tem que ser eliminado mas para isto vou precisar da sua ajuda numa seção especial onde meu guia ordenou que seja feito um sacrifício de uma mulher, mas lembre-se já esta tudo escrito se isto não acontecer você perdera tudo.
      O fazendeiro – mas como isto seria um assassinato!!! E quem seria a mulher e como faríamos isto se fosse possível?
      O guia – isto esta tudo preparado na minha cabeça o guia deixou o plano gravado na minha cabeça. Bom será o seguinte: você deverá depositar 30.000,00 reais na minha conta para que eu possa arquitetar o plano e depois de feito mais trinta, bom agora vá embora e prepare a grana. O fazendeiro meio aturdido com a firmeza do guia nem pechinchou ou reclamou pois estava confiante que seus problemas terminariam ali.

    No outro dia o fazendeiro fez o depósito na conta indicada pelo guia. E se preparou arrumou dois capangas que o guia indicou e os enviou para ter instruções com o guia,   chegando lá os capangas receberam ordens para raptar a filha do empregado e leva-la na sexta-feira a tarde para uma cabana deserta que fica na invernada da fazenda pois lá seria realizada seção para tirar o encosto ruim do fazendeiro. Na sexta-feira o guia estava preparando o lugar com uma mesa de madeira no centro da sala com uma toalha branca cheia de símbolos estranhos vários aparelho tipo ganchos, garrafas, charutos, cordas, velas, um carregador de bateria de carro e um aparelho de som. Quando já estava tudo pronto chegou o fazendeiro já perguntando da cessão. O guia falou: só falta os capangas chegarem com a oferenda para a entidade tirar a coisa ruim do senhor. Uns dez minutos depois os capangas apareceram carregando um saco grande de estopa nas costa, - está aqui senhor a rapariga. Quando eles abriram o saco saiu uma garota com os olhos verdes de uns dezessete anos moreninha pesando uns 45 kilos cabelos bem lisos e castanhos os seios médios, a bunda bem empinadinha e um par de cochas bem roliças usando um vestidinho de flanela bem fininha deixando todo mundo louco dentro da sala, ela estava tonta por causa do clorofôrmio que os rapazes usaram para rapta-la. O guia falou para o fazendeiro e os capangas. – O senhores vão querer aproveitar que temos um belo espécime de mulher aqui para se satisfazer, se forem tem que ser agora porque depois da cessão não vai sobrar nada desta menina para contar historia, mas não a machuquem. Pois vou precisar dela inteira para o ritual. O fazendeiro – lógico que vamos aproveitar você acha que eu vou perder a chance de me vingar daquele filho da puta do João. Dizendo isso partiu para cima da menina igual a um boi bravo e a menina que estava ficando sóbria do clorofôrmio levou um susto quando sua roupa foi rasgada igual a papel de seda, os capangas se aproximaram para ajudar o fazendeiro e participar da festa. Deram uma banda na menina a jogando no chão fazendo um baque surdo com o choque. E seguraram os braços da menina para cima da cabeça e abriram suas pernas para que o fazendeiro gordo se deita se em cima daquele corpinho frágil, que gemia com o corpo do fazendeiro, a menina tonta pelo tombo e clorofórmio nem reclamava só gemia de dor e chorava. Quando o fazendeiro colocou o pinto na entrada da vagina e forçando o cabaço para desvirgina-la ela subitamente mordeu a orelha do fazendeiro fazendo com que este desce um berro AAAAAAAAAAAAAAIIII SUA FILHA DA PUTA AGORA EU TE MATO. e pulasse para longe para dar uma surra na menina, quando o guia interviu.
–        NNNÃÃAOOOOOO senhor eu preciso dela, você terá sua vingança no momento certo. Bem já que não deu certo vamos começar a seção tragam esta infeliz para o sacrifício.
      Os capangas levantaram a menina que gritava e esperneava xingando todo mundo que estava ali dizendo que eles eram loucos e tudo mais o guia deu um tapa na cara da menina e falou – esta reação era atitude do capeta que estava nela, os capangas a apegaram e a colocaram em cima da mesa de madeira amarrando as pernas e braços nos pés da mesa, de forma que ela ficou na posição de um X. O guia começou explicando que a parte do ritual que estava por por vir seria para que corpo ruim que se encontrava na menina não teria como nos influenciar com as suas palavras, e se aproximou da garota com uma agulha grosa com fio de nylon na ponta e um alicate ai ele tampou o nariz da menina que esperneava igual a uma cabrita dando coice para todo que é lado. Quando ela ficou sem ar foi obrigada abrir a boca. Oportunidade   que o guia não perdeu pois prendeu o alicate na língua da menina puxando a para fora ai que a menina se desesperou mais ainda, pois o guia chamou todos que estavam na sala para ajudar no ritual a segurando a firmemente para que o trabalho fosse feito. Com a menina imobilizada o guia com uma das mãos segurando o alicate puxou mais a língua da menina que começava a sangrar e com a outra segurando a agulha com o nylon furava a língua e depois os lábios, da menina, começando a costurar a boca da garota como se fosse a de um saco de milho dando voltas e mais voltas, a cada agulhada os homens ali presentes, sentiam o corpo delicado da menina, tremer sobe o peso dos brutamontes que a dominavam e sentiam um tesão enorme crescer com aquela situação de violência. Quando terminou o serviço ficou admirando o serviço realizado a menina desesperada se debatia na mesa gemendo e grunhindo como um animal louco sem conseguir pronunciar uma palavra ce quer, da sua boca escorria pequenos filetes de sangue enquanto seus olhos se enchiam cada vez mais de lagrimas pelo desespero da dor cruciante. O guia falou para o fazendeiro e agora que vamos tirar o encosto do senhor e começou a falar uma língua estranha e acendia a velas pretas e vermelhas que estavam espalhadas pela sala como já tinha preparado a engabelação toda ele pediu para que as pessoas se afastassem um pouco, para preparar a menina, ele já tinha deixado de antemão um fio de luz com as garras do carregador de bateria escondido na toalha da mesa ai ele cravou as garras na vagina da menina que gemia de dor mas não conseguia pronunciar nada por causa da boca costurada.      
      Na   mesa o guia havia preparado um botão que liberaria a energia para dar o choque na boceta da infeliz. E o guia ao encostar a barriga com as mãos levantadas para o alto e falando coisas desconexas ele começa a seção de choque, fazendo a menina se arcar toda com a primeira descarga elétrica seu lindo corpo tremia todo suas narinas se abriam a procura de ar seus olhos vibravam com a dor cada vês maior, a boceta tremia com a corrente passando pelos seus grandes lábios vaginais que já começavam a dar um sinal de queimadura. O corpo dela tentava escapar daquele suplicio todo se esquivando de um lado para o outro na tentativa de soltar as garras que cada vez fincavam mais e mais na carne daquela boceta que agora estava ate espumando, quando o guia parou a menina largou o corpo na mesa dando a impressão de estar morta, mas foi só jogar um copo de água na cara dela, que acordou se estrebuchando toda os pontos da boca começavam a rasgar e estavam sangrando muito, quando começou a seção de choque de novo que demoraria por uns quinze minutos ate que o guia soltou as garras do corpo cansado daquela pobre infeliz, que estava sendo torturada, sem nem saber o porque daquilo tudo. E o guia chamou o fazendeiro que reparou que ela tinha se urinado e mostrou para todos exclamando como o guia era podero, achando que aquilo era parte do ritual .
O guia – O senhor agora pode terminar o que você começou.
    A pobre coitada não sabia ainda o que seu sofrimento não terminaria ali muito mais a esperava, o fazendeiro arriou as causas e subiu em cima da mesa deitando em cima da menina que chorava e tremia toda de medo e dor, quando aquele cavalo se posicionou, foi forçando sua pica na boceta virgem da menina, quando sentiu que o hímen ia se romper ele fez mais força e acabou cravando de uma vês só a sua vara, na boceta da menina, que agora urravamais ainda de dor arrebentando mais pontos na boca fazendo sangrar mais ainda. Enquanto o fazendeiro gritava que boceta gostosa, acabei de arrombar um cabaço e ainda to tirando o encosto do seu pai sua piranha. Depois começou a bombar violentamente a boceta da menina por alguns minutos até gozar, quase desmaiando em cima da menina que agora não fazia mais nada de tão exausta, depois foi a vez dos capangas que fizeram a mesma coisa só que com mais calma, ai o guia interviu novamente chamando todos.
Não podemos perder a oportunidade. Agora que a garota não é mais virgem na frente temos que fazer o serviço completo, tirando a virgindade de trás também. Virem ela.
Os capangas desamarraram a menina que já não esperneava tanto por causa do cansaço pelas torturas e a amarraram com a bunda pra cima na mesma posição de X só que ele colocou embaixo do ventre na menina fazendo com que sua banda ficasse levantada o suficiente para o cu ficar bem exposto. O falso guia veio e arreganhou bem as nádegas, mostrando o cuzinho pequenino e cheio de preguinhas. – Vejam que coisa delicada. Daqui a pouco vai ficar arregaçado, aliás eu preciso que facilitem o meu trabalho alargando esse cuzinho, porque terei que introduzir alguns objetos nele. Podem ficar à vontade.
Então veio novamente o fazendeiro e deu uma cuspida bem em cima do botãozinho marrom, forçando a pica na entrada e se debruçando sobre o pequeno corpinho da garota. – Ah, que negócio apertado! Não sei se vou conseguir, hehehe. Ele pediu para um dos capangas segurar as nádegas bem abertas pra que ele pudesse ter as mãos livres e facilitar a fóda. Veio o homem e abriu o máximo que conseguiu a bunda da menina, enquanto o fazendeiro começava a enfiar a pica no cuzinho. Depois que conseguiu enfiar a cabeça do pau, ele jogou o corpo em cima dela, enterrando tudo de uma vez, até o saco. A garota arregalou os olhos e tentou gritar, arrebentando dois pontos de sua boca, fazendo a carne dos lábios sangrar e se partir para ficar parecendo com os lábios de gato. O que ela emitia era um gemido surdo, como quando um mudo tenta falar e só sai som pelo nariz.
    O fazendeiro ficou bombando no cu dela uns cinco minutos até gozar lá dentro. Quando retirou o pau, viu ele sujo com sangue e um pouco de fezes, além da porra. – Porra! Precisamos lavar esse cu para os meus capangas poderem aproveitar também.
    O falso guia previra isto e já tinha preparado uma escova comprida e grossa, dessas parecidas com as que se usam pra lavar tubos de ensaio em laboratório. Pegou um pequeno balde com água e sabão e, depois de encharcar a escova, enfiou de uma só vez no cu da menina, que teve um espasmo de dor e tentou travar o ânus. – Ah, sua putinha, não adianta querer travar o cu, porque será pior pra você. Dizendo isso começou a fazer rápidos movimentos de vai e vem com muita força, fazendo a escova sair quase toda e enterrava até o talo novamente enquanto a limpeza era feita o corpe delicado da menina tremia todo soltando pequenos gemidos que pareciam mais gemido de gato do que de gente. Retirou escova várias vezes para limpar e enfiava de novo no cu arrombado da garotinha , até que viu que estava bem mais limpo. Em seguida liberou para os capangas que vieram um depois do outro e foderam o cú todo arreganhado. Diziam que estava bem quente por dentro e largo, mas era uma delícia. Ambos gozaram dentro e depois o guia usou novamente a escova ara dar uma limpada básica naquele buraco arrombado. Aí ele reparou que a menina desmaiara e disse que queria ela acordada para receber os trabalhos.
Pegou um chicote fino e curto de couro e começou a bater nas nádegas e nas pernas da menina, dizendo que era outra maneira de expulsar o demônio do corpo dela. A pele dela começava a sangrar quando ele parou e mandou que a virassem novamente de barriga pra cima, pois iria começar a parte mais intensa do ritual.
Depois de novamente amarrada à mesa, o guia jogou-lhe água fria no rosto e deu-lhe alguns tapas para despertá-la. Seu lindo rostinho estava todo deformado por causa dos pontos que tinham sangrado e os olhos inchados de tanto chorar. Dava pena de ver, mas o guia foi duro:
-        O diabo tenta nos fazer desistir fazendo ares de piedade, mas não nos engana. Tenho muita experiência e conheço todos os seus truques. Posso dizer que nunca fui derrotado por nenhum demônio!
Pegou então um punhado de agulha de diferentes tamanhos e começou a fincar um por um em seu coro sempre rezando em línguas estranhas como se estive se em transe primeiro, começou pelos seios cravando ate que sumissem na pele ou atravessasse do outro lado depois passou para vagina, apreciando cada espasmo de dor que a pobre coitada dava. Depois da ultima agulha ele retirou as que conseguiu achar pois muitas aviam se perdido dentro da carne. Depois destas cenas macabras ele disse que iram passar para outra faze do culto, e depois Pegou um punhal muito afiado e disse: - Temos que continuar o sacrifício, porque o demônio está enfraquecido devido a surra que lhe apliquei. Mas não posso matá-la de vez, caso contrário ele poderá escapar e entrar no corpo de outra pessoa.
    Debruçando então sobre o corpinho da menina e segurou firme num dos seios, apertando-o com toda a força até ficar com as marcas dos dedos ficarem cravadas de vermelho na pele da menina. Depois pegou no bico do seio com as unhas do polegar e do indicador e puxou-o para cima, deixando bem esticado. Com o punhal, cortou lentamente o bico fora, provocando novos espasmos de dor e desespero na garota. Depois de cortá-lo, ergue o bico mostrando a todos e colocou-o numa vasilha de vidro. Foi para o outro lado e cortou bem devagar o outro bico, depositando-o também na vasilha. Os seios da menina sangravam muito e ela respirava rapidamente, ao mesmo tempo em que sua barriquinha tremia. O guia pegou um saquinho com um pó branco e passou nas feridas dos seios, provocando uma dor terrível nela. Era sal e ele passou bastante nos dois seios, explicando que era de conhecimento público que o sal espanta as coisas ruins, por isso era necessário passar nas feridas.
Foi para frente da mesa e aproximou a mão na vagina ferida da menina, já toda inchada pelas violências sofridas com o estrupo sofrido, os choques e as agulhas. Pegou no clitóris com as unhas novamente e após apertá-lo bastante e torcer de um lado para o outro, puxou-o firme e com o punhal cortou-o fora devagar apreciando cada momento. Todos se admiravam com o ritual, principalmente o fazendeiro, que nunca tinha visto coisa igual.
      Depois de colocar o clitóris extirpado juntamente com os bicos dos seios na vasilha, o guia voltou e começou a cortar os lábios vaginais, como se fossem tiras de carne numa peça de açougue. Os capangas tiveram que segurar as coxas da menina bem firme para que o guia fizesse o trabalho, já que ela se debatia muito. Quando terminou de cortar os grandes e os pequenos lábios vaginais e colocar junto com os outros pedaços de carne, pegou um punhado de sal e esfregou com força na boceta mutilada, fazendo a garota desmaiar com o choque. Ela estava parecendo um pedaço de charque sendo preparado.
    Após isso o guia foi lavar as mãos cheias de sangue e avisou que começaria o ritual do fogo.
       Ele tinha deixado um fogareiro aceso com vários ferros com cabo de madeira até ficarem em brasa. A esta altura estavam todos vermelhos e o fogareiro foi trazido por seus assistentes até junto da mesa.
-        Depois da purificação pelo sal, vem a purificação pelo fogo. O diabo está fraco e nós vamos vencê-lo de qualquer jeito.
Pegou um dos ferros e com a ponta vermelha em brasa encostou na ferida do seio esquerdo da menina, fazendo subir um cheiro de carne queimada no ambiente. Ela dava espasmos involuntários, já que continuava desmaiada. Depois de queimar bem a ferida, pegou outro ferro e fez o mesmo com o seio direito, deixando grandes marcas de queimadura em ambos. Pegou um fero de ponta mais larga e foi para o meio da pernas da menina. Chegou o ferro em brasa na boceta da menina, deixando o calor infernal do ferro de marcar cauterizar os cortes na vagina , saindo muita fumaça e fedendo muito a carne queimada. Só parou quando o ferro deixou de estar vermelho e não fazia sair mais fumaça. O resultado foi que no lugar da vagina delicada de outrora havia agora uma grande queimadura e a aparência era horrível.
O guia pediu que virassem ela de bruços e novamente ela foi amarada à mesa naquela posição.
Pelou um ferro mais largo e redondo e, depois de pedir que os capangas segurassem as nádegas o mais aberto possível, começou a enfiar o ferro em brasa no cú da garota, indo bem fundo e produzindo um cheiro horrível de merda queimada, pois ele havia enfiado até os intestinos e girava o ferro lá dentro. Quando retirou, havia um buraco preto bem largo onde antes era um cuzinho apertado e virgem.
Depois de tudo isso, o guia foi verificar se a menina estava viva, medindo sua pulsação. Ele anunciou que seu coração ainda batia, o que era bom sinal, pois o ritual poderia ir até o fim. O demônio estava quase derrotado.
    Mandou que a desamarrassem da mesa e amarassem suas mãos para trás. O guia pegou dois ganchos e mandou que os prendessem à viga principal do teto, que era bem alto. Passaram as cordas e amarraram os ganchos nelas, deixando-os lado a lado. Deitaram a menina na mesa com as mãos para trás e o guia se aproximou.
Pegou num dos ganchos e com a outra mão segurou firme no seio direito da menina. Então cravou o gancho no seio, furando-o até a ponta do gancho sair pelo outro lado, pegando o máximo de pele possível, para que não rasgasse depois. Fez o mesmo com o outro seio e depois de passar os ganchos, mandou que os dois capangas suspendessem a menina e retirassem a mesa de baixo.
Ela ficou suspensa pelos seios, seguros pelos ganchos, que não rasgaram a pele, pois estavam bem preso e fundo . Agora a garota parecia mesmo um pedaço de carne exposto num açougue. Sua cabeça pendia pra trás e os longos cabelos caíam sobre os seios furados, dos quais escorria muito sangue. Estava em estado de choque e quase morta.
O guia mandou que os capangas segurassem nos tornozelos da menina e puxassem, abrindo suas pernas ao máximo e amarrando-as nas colunas das paredes da cabana. As pernas foram abertas até 180º e presas bem firme com cordas. Sua vagina queimada ficou bem à mostra e o guia se aproximou, agachando na frente dela. Começou a enfiar os dedos na vagina mutilada e forçou até entrar a mão toda, empurrando mais até passar o punho. Aí começou a socar com força o interior da vagina, dizendo que estava socando o diabo para que saísse. O corpo suspenso tremia todo com a violência dos golpes e de repente ele parou de socar. Com a mão esquerda segurava na coxa da menina e com a outra mexia dentro da vagina, como que procurando alguma coisa. Quando encontrou deu um sorriso e começou a puxar para fora, fazendo muita força. Todos pensaram que o demônio sairia pela vagina da garota e ficaram com muito medo, mas o que ele tirou para fora foi o cólon do útero, arrancando-o fora e mostrando a todos, explicando que era fundamental queimá-lo junto com as carnes mutiladas dos seios e da vagina, para expulsar o diabo.
Colocou-o dentro da vasilha, jogou álcool em cima de tudo e ateou fogo, produzindo um cheiro horrível. Como a vasilha estava sobre um pedestal, andou que os assistentes o levassem para fora para acabar de queimar ao sereno e não ficasse fedendo ali dentro.
Agora muito sangue escorria da vagina arregaçada da garota e o guia se voltou para todos ali dentro do salão dizendo que estava quase acabando o serviço. Pegou uma pequena fada de desossar e um pequeno gancho de açougue e se deitou em baixo da garota, para depois cravar a gancho no cu da pequena, fazendo que o mesmo atravessasse para a vagina já totalmente deformada. Ele pegou a faca e foi cortando em volta do cu e da vagina fazendo com que os dois se soltassem do que já tinha sido um corpo cheio de vida. Procurando puxar o reto e o resta das tripas para fora a impressão que estava dando era à de uma minhoca gigante saindo da garota, ele cortava a carne da garota com estrema maestria mostrando a grande habilidade que tinha quando trabalhava em açougues desossando bois e porcos, no tempo em que fora moleque , o guia deixou aquela tripa pendurada e se banhava com o sangue da garota esparramando pelo corpo em estado de transe. Depois   mandou os rapazes soltassem as suas pernas. Deixando a pendurada ainda pelos seios e o guia se aproximou novamente com o punhal, começando a cortar um seio, depois o outro . Quando terminou de cortar, o corpo da menina caiu no chão já sem vida. E os pequeninos seios,   ficaram pendurados no gancho, e depois entregou os a um assistente, mandando que levasse para queimar junto com as outras carnes lá fora.
O guia avisou que estava no final do ritual e avia terminado e serviço se abaixou, enfiando o punhal no buraco que deveria estar a vagina da menina. Começou a cortar a carne da barriga de baixo para cima, abrindo a barriga até o peito, puxando as vísceras para fora esticando e enrolando num pau . Mandou que o fazendeiro se aproximasse e este chegou perto tremendo de medo, pois não esperava um ritual tão macabro. O guia mandou que ele urinasse sobre as vísceras da garota, pois era a penúltima etapa do ritual. Ele tirou o pinto mole pra fora e mijou sobre as tripas da garota. Quando terminou, o guia mandou que a levasem a carcaça da garota para trás da cabana, onde já havia um buraco aberto no chão. Ela foi arrastada e jogada dentro do buraco. O guia derramou em seguida três garrafas de cachaça sobre o corpo e bastante querosene, ateando fogo em seguida.
Deixou queimar por uns cinco minutos e mandou que cobrissem a cova. Quando o buraco estava fechado, Deu um grito muito alto e declarou que o demônio fora vencido e Que a partir daquele momento o fazendeiro estava liberto das forças do mal e sua vida iria melhorar.
Todos foram indo embora e o fazendeiro voltou pra casa aliviado, pois as provas do crime haviam sumido e ele acreditava que a partir de agora ficaria ainda mais rico.
Dois dias depois, porém, a polícia chegou na fazendo, avisada pela denuncia anônima do guia que a esta hora já estava longe e credita ter fugido dos tiras. A policia, achou o corpo da garota e todos os envolvidos foram presos menos o falso médium que já tinha fujido do pais.
Mas por ironia do destino o falso médium foi preso numa tentativa de estrupo. E   morreu na prisão, uma semana depois, seria morto pelos presos após ser estuprado várias vezes.
    O fazendeiro Ficou um ano na cadeia e quando saiu foi morto pelo ex-empregado numa emboscada, sendo que o empregado o matou lentamente, como sua filha tinha sido morta.


                                

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Ficha do conto
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Por: cassim
Codigo do conto: 990
Votos: 0
Categoria: Fantasias
Publicado em: 12/08/2014

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